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Auditores entram em greve e engrossam paralisação no Ministério do Trabalho

Jornal de Londrina

Tatiane Salvatico

 

Os auditores-fiscais do trabalho iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado nesta segunda-feira (24). A suspensão das atividades engrossa a greve no Ministério Público do Trabalho e Emprego (MTE), iniciada em 13 de julho pelos funcionários do setor administrativo. A informação foi divulgada em nota pelo Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Sinait), após Assembleia Geral Nacional realizada em Brasília.

No mesmo documento, o Sinait explica que a paralisação é motivada pela falta de valorização do cargo de auditor-fiscal do trabalho. “Falta de reajuste salarial, falta de regulamentação da Indenização de Fronteira, falta de concurso público para repor o quadro altamente defasado e em razão das péssimas condições de trabalho em todo o país, entre outras reivindicações”, completa trecho da nota do Sinait.

De acordo com o chefe da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) em Londrina, Dorival Silvestre Arantes, por conta da paralisação dos auditores e dos funcionários administrativos, apenas o plantão fiscal está mantido na sede londrinense. “Vamos manter apenas a fiscalização aos casos que entendemos que há risco à vida do trabalhador ou situações que podem provocar um eventual acidente de trabalho”, destaca o auditor-fiscal Rodrigo Caldas de Oliveira.

Integrante do comando de greve em Londrina, Oliveira afirma que as condições de trabalho na DRT estão extremamente defasadas. “Temos apenas 15 auditores para atender a cem cidades e milhares de empresas. Falta auditor, falta motorista, falta viatura. O que recebemos para usar nosso carro particular nas fiscalizações, R$ 17 a diária, não paga nem a gasolina que a gente gasta.”

Ele diz que não existe um estudo sobre a necessidade de funcionários na Delegacia Regional do Trabalho em Londrina. No Brasil, atualmente são 2,5 mil auditores-fiscais, sendo que 500 destes estão aptos para se aposentar. “A categoria entende que, nacionalmente, precisaríamos de pelo menos 7,5 mil profissionais. Fora isso, a defasagem salarial é muito grande, o que o governo nos propõe [reajuste de 21% pago em quatro anos] na verdade é uma redução salarial.”

Publicado em 25/08/2015

 

        

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